Polícia
Publicado em 19/07/2025, às 11h10 Gabriel Santana
A Polícia Civil de São Paulo revelou nesta sexta-feira (18) que os celulares do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos, encontrado morto em buraco no Autódromo de Interlagos, chegaram completamente apagados.
Em reportagem divulgada pela CNN Brasil, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) informou por meio de entrevista coletiva que os aparelhos celulares dos seguranças apreendidos na operação chegaram “completamente apagados”. Esse fator pode ser considerado como uma ação de esconder provas.
Além dos celulares, computadores dos suspeitos foram apreendidos pela Polícia Civil e enviados para a perícia.
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Os nomes de dois suspeitos não foram divulgados na lista oficial enviada pela empresa que realizava a segurança do autódromo no dia do crime. E esses seguranças omitidos são os chefes da equipe. Um deles é lutador de jiu-jitsu e tem histórico por crimes de furto, associação criminosa, ameaça e lesão corporal.
O delegado responsável pelo caso, Osvaldo Nico, disse que “estranhamente, o segurança lutador de artes marciais, não voltou para trabalhar no dia seguinte”. O lutador já foi preso por porte ilegal de armas e foi solto depois de pagar fiança.
A Polícia Civil busca descobrir porque os dados sobre os seguranças foram apagados e se esses seguranças tem ligação com a morte do empresário, conforme o delegado afirmou: “A gente não consegue apontar essa autoria, até seria leviano. Com certeza, alguma coisa eles têm pra falar. Tanto que os celulares estão periciados”.
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