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Polícia deflagra operação contra grupo que aplica golpes do falso consórcio em Salvador

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Até o momento, cerca de 20 pessoas foram conduzidas para a delegacia  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Record TV Itapoan
Redação BNews

por Redação BNews

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Publicado em 25/04/2025, às 11h56 - Atualizado às 12h00



A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (25), uma operação contra uma empresa localizada na Avenida Antônio Carlos Magalhães, em Salvador, acusada de aplicar golpes do falso consórcio. Até o momento, pelo menos 20 pessoas foram conduzidas para a delegacia.

De acordo com informações da Record TV Itapoan, o prejuízo causado varia de R$ 5 mil a R$ 1 milhão. A denúncia teria surgido a partir do relato de um influenciador digital, que pagou por um apartamento que nunca foi entregue.

Materiais como computadores, notebooks, celulares, máquinas de cartão de crédito e cadernos foram apreendidos e levados para a delegacia, onde vão passar por perícia.

A equipe do BNews entrou em contato com a Polícia Civil para obter maiores detalhes sobre a operação e aguarda retorno.

Prisões anteriores

No mês de março, a Polícia Civil deflagrou outra operação contra o golpe do falso consórcio. Na ação, os agentes conduziram a dona e outros dez colaboradores para a delegacia. No entanto, apenas cinco deles foram presos por suspeita de propaganda enganosa, estelionato e organização criminosa. Há também indícios de que o grupo praticou lavagem de dinheiro.

De acordo com as investigações, o grupo atuava cooptando clientes pela internet, por meio de sites e plataformas de vendas virtuais, oferecendo imóveis que não existiam. As potenciais vítimas eram convidadas para ir até a sede da empresa e orientadas sobre a compra.

As vítimas também visitavam os supostos imóveis e realizavam repasses financeiros, sem nunca receberem comprovação de documentos que confirmassem a negociação do bem.

O grupo, de acordo com a polícia, era estruturado e hierarquizado, com foco na prática de crimes de estelionato contra consumidores. Os integrantes da quadrilha simulavam a venda de imóveis e induziam as vítimas a firmarem contratos de suposta consultoria.

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