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Polícia identifica novos envolvidos na morte de turista baiana em comunidade do RJ; saiba detalhes

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Morte de turista baiana teria sido motivada por descumprimento de regra imposta por traficantes de comunidade do RJ  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes sociais

Publicado em 15/01/2025, às 07h16   Victória Valentina



A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou mais quatro suspeitos de envolvimento na morte da turista baiana Diely Silva, de 34 anos, baleada após um motorista por aplicativo entrar por engano na favela do Fontela, na zona oeste da capital. O caso aconteceu no dia 28 de dezembro de 2024.

Um adolescente de 16 anos, que seria responsável pelos disparos, já havia sido preso no dia 3 de janeiro. Segundo a polícia, outros dois suspeitos identificados estavam reunidos com o menor de idade em um ponto de venda de drogas, quando o veículo com a vítima se aproximou. De acordo com as investigações, o crime foi motivado pelo suposto descumprimento de normas impostas pela facção, que exige que motoristas trafeguem pelo local com os vidros abaixados, luz interna acesa e alerta ligado.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, outros dois envolvidos no caso são traficantes de uma organização criminosa, responsáveis por impor as regras para impedir invasões de facções rivais na comunidade. Um deles carrega 262 anotações criminais, além de 26 mandados de prisão.

Natural de Candiba, na Bahia, Diely Silva estava de férias no Rio de Janeiro quando foi morta. Ela morava há oito anos com um irmão em Jundiaí, no interior de São Paulo, onde trabalhava como agente contábil.

A baiana estava hospedada em um condomínio de Vargem Pequena, no Rio, e teria chamado o aplicativo para sair com as amigas. O motorista Anderson Sales Pinheiro, de 34 anos, seguiu o GPS e o trajeto acabou levando o veículo a entrar na comunidade. Ele também ficou ferido com os disparos.

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