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Polícia investiga se armas usadas em atentado contra tenente da PM foram compradas com CACs; entenda

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As investigações sobre o atentado ao tenente Ronickson Pimentel avançam com novas informações  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes Sociais
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 26/07/2026, às 14h40 - Atualizado às 14h48



As investigações para elucidar o atentado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos, da Polícia Militar de São Paulo (PMSP), ocorrido em junho deste ano, seguem tendo desdobramentos.

Um dos mais recentes, conforme informações divulgadas pelo site Metrópoles, é desvendar se armas deste destinadas à rede investigada pelo crime foram compradas em nome de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CACs) usados como laranjas.  O indício teria surgido após denúncia anônima que teria chegado até às autoridades, por meio do do Disque Denúncia (181).

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Ainda de acordo com o portal, o denunciante teria indicado  os locais relacionados ao roubo da motocicleta usada no crime , como ponte para chegar até a identificação das armas supostamente compradas por CACs. Apesar da denúncia, o Metrópoles apurou que, até então, a informação  ainda não é apresentada no processo como uma conclusão da Polícia Civil.

O ataque

O tenente Ronickson Pimentel dos Santos, foi baleado na cabeça no dia 27 de junho enquanto estava parado em um semáforo, no município de São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo.

Ele foi atacado à paisana por dois homens em uma moto, em um semáforo localizada na Avenida Goiás. A PM afirmou se tratar de uma tentativa de homicídio contra Ronickson Pimentel.

PCC pretendia invadir delegacia para resgatar comparsas 

Também apurado pelo Metrópoles,  membros da facção criminosa pretendiam usar fuzis e veículos blindados para resgatar três presos que estão custodiados na Delegacia Sede de São Caetano do Sul, no ABC, região metropolitana de São Paulo, por suspeita de participação no crime contra o tenente

Devido a isso, o Ministério Público solicitou que os suspeitos fossem retirados da  carceragem policial. A reportagem do Metrópoles também revela que, durante visita aos presos, uma pessoa ligada ao PCC foi vista analisando a estrutura interna da unidade, incluindo o número de policiais, as armas disponíveis e o local da cela.

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