Polícia

Policial fardado é flagrado se masturbando em chamada de vídeo e oferece R$ 30 à vítima; confira

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Caso foi registrado na última quinta-feira (5), na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam)  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes Sociais
Alex Torres

por Alex Torres

Publicado em 09/03/2026, às 18h05 - Atualizado às 18h23



Um policial penal de 39 anos foi denunciado por uma jovem de 21, pela prática de importunação sexual, na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O caso foi registrado na última quinta-feira (5), na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso teve início quando a vítima esteve no salão de beleza da esposa do policial para uma entrevista de emprego. Ela conta que o agente atuava também como responsável financeiro do empreendimento, além de resolver trâmites referentes a contratação. 

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O primeiro contrato para uma possível contratação aconteceu no final de 2025, quando ela compareceu presencialmente no estabelecimento. Em janeiro, o policial penal teria dito que a chamaria para um teste, mas que antes consultaria a esposa.

A jovem contou que a demora por um retorno fez com que ela encaminhasse uma mensagem perguntando se havia dado certo para que ela pudesse começar a trabalhar. Após o questionamento, o comportamento do indivíduo através do Whatsapp teria mudado.

Ainda segundo a vítima, o policial passou a encaminhar mensagens de cunho sexual e posteriormente apagá-las. Um dos números usados na importunação, inclusive, seria funcional, relatou a jovem.

Um dos episódios trazidos pela vítima indicam que houve uma ocasião o policial fardado e em expediente ligou para ela por chamada de vídeo e filmou enquanto se masturbava. Ele ainda ofereceu R$ 30 para que ela tirasse parte da roupa.

A vítima reforçou na delegacia que nunca havia tido qualquer contato que não fosse profissional com o homem. A jovem ainda contou o caso para a então esposa do suspeito, que revelou que havia se separado do policial. A mulher se ofereceu para acompanhá-la até a delegacia e registrar o boletim de ocorrência.

O indivíduo admitiu o erro após ser confrontado, mas também culpou a vítima, afirmando que ela teria oferecido a chamada de vídeo. A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) informou que a Corregedoria abriu um Processo Administrativo Disciplinar para investigar as condutas do policial. 

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