Polícia
Morto durante uma ação criminosa na noite deste domingo (30), o policial civil João Pedro Marquini, que integrava o efetivo da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil do Rio de Janeiro, tinha apenas 38 anos, e completou um ano de caso no mês de fevereiro.
João Pedro era companheiro da juíza Tula Corrêa de Mello, uma das uma das quatro magistradas que presidem tribunais do júri no Rio de Janeiro, unidade que julga crimes dolosos contra a vida, como homicídio, aborto, infanticídio e suicídio.
O policial, de 38 anos, foi assassinado por criminosos no momento em que passava pela Serra da Grota Funda, na zona oeste do Rio. Ele estava em um carro quando foi atingido pelos suspeitos com tiros de fuzil.
Segundo o site Metrópoles, nesse primeiro momento, as equipes trabalham com duas linhas de investigações. São elas: que o agente teria reagido aos ataques durante uma possível tentativa de assalto a sua esposa, que estava em um veículo, ou que o casal acabou cruzando um comboio de bandidos.
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