Polícia

Representantes do Sindpoc falam sobre caso de assédio envolvendo delegado: “Vergonha”

Divulgação/ PCBA
Antônio Carlos Magalhães é acusado de assédio contra quatro servidoras da Polícia Civil  |   Bnews - Divulgação Divulgação/ PCBA

Publicado em 01/10/2024, às 14h03   Bernardo Rego



Após a repercussão do caso que envolve o delegado Antônio Carlos Magalhães Santos, acusado de assédio sexual e moral contra quatro servidoras da Polícia Civil, duas representantes do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc) falaram ao Balanço Geral da Record Bahia, nesta terça-feira (1º), onde pontuaram a gravidade do fato, mas que estão prestando toda a assistência às vítimas. 

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A vice-presidente do Sindpoc, Ana Carla Souza, contou que o caso foi descoberto após visitas que os sindicatos fazem rotineiramente às delegacias. Segundo ela, o delegado foi afastado das suas funções de titular da 28ª DT do Nordeste de Amaralina e também está em benefício da licença premium. 


De acordo com Ana Carla, trata-se de um assunto muito difícil que causa vergonha, mas o sindicato vai prestar todo o apoio necessário, inclusive com a participação da equipe médica. 


A secretária-geral do Sindpoc, Luciene Rodrigues, relatou que as vítimas eram tocadas no corpo, receberam beijo no cabelo e até mesmo eram acompanhadas no momento de irem ao banheiro. As vítimas têm idade entre 25 e 30 anos e são recém-chegadas à corporação. De acordo com Rodrigues, uma das vítimas não tem 30 dias de atuação na Polícia Civil. 

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