Polícia

Saiba quem era a recepcionista e religiosa assassinada a facadas por ciúmes no interior da Bahia

Reprodução / TV Sudoeste
Kelli Amorim Ribeiro, de 28 anos, foi morta a facadas em um crime motivado por ciúmes  |   Bnews - Divulgação Reprodução / TV Sudoeste
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 05/01/2026, às 13h00 - Atualizado às 13h19



A jovem Kelli Amorim Ribeiro, de 28 anos, assassinada a facadas, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, na última sexta-feira (2), trabalhava como recepcionista em uma clínica, era religiosa e integrava grupos de ciclismo da cidade. 

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O crime teria sido motivado por ciúmes e segue em investigação pela Polícia Civil. Kelli deixou um filho de 3 anos, que presenciou o ataque. A suspeita do homicídio é a atual companheira do ex- marido da vítima. A acusada não teve o nome divulgado e permanece presa no Conjunto Penal Advogado Nilton Gonçalves.

O velório aconteceu no último sábado (3), na Igreja Batista Nova Sinai, no bairro Brasil, local frequentado pela vítima e sua família. Em seguida, o sepultamento foi precedido por um cortejo que reuniu dezenas de pessoas, entre elas integrantes de grupos de ciclismo dos quais Kelli fazia parte.

De acordo com a TV Sudoeste, afiliada da TV Bahia, o filho da vítima está sob os cuidados da família paterna. Kelli foi encontrada já sem vida por policiais militares no bairro Patagônia.

Segundo o capitão Isaac Azevedo, chefe de planejamento operacional da 79ª Companhia Independente da Polícia Militar, havia registro de uma discussão entre a vítima e a suspeita na noite anterior ao crime. 

As informações que temos indicam que a suspeita é a atual companheira do ex-companheiro da vítima e que houve um desentendimento prévio”, afirmou.

Após o isolamento da área, os policiais localizaram o carro da acusada nas proximidades. A mãe dela estava no veículo e informou onde a filha poderia ser encontrada. A mulher foi localizada em uma residência no mesmo bairro onde ocorreu o crime, não resistiu à prisão e teria confessado o homicídio.

Ainda conforme relatos de vizinhos à emissora, Kelli morava na rua há vários anos, enquanto a suspeita teria se mudado para o local há cerca de nove meses. Os moradores também afirmaram que as duas mantinham uma relação de amizade antes do crime.

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