Polícia
O tenente da PM Thiago Santos, integrante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Bahia, falou sobre o grau de periculosidade e outros detalhes da granada que foi deixada por suspeitos na madrugada desta sexta-feira (10), no bairro de Tancredo Neves, em Salvador.
"Supostamente, pelo que foi identificado inicialmente, tratava-se de um artefato que é utilizado para pesca. É um explosivo improvisado. Então, provavelmente, eles pegaram esse material, acionaram um estopim e, por algum motivo, esse explosivo não foi detonado. Então, por não ter sido detonado no momento que foi acionado há um risco de qualquer momento, por algum tipo de estímulo haver a explosão. Então, por conta disso, há a necessidade de fazer essa remoção de uma forma mais segura", declarou.
O oficial também orientou que a população mantenha distância sempre que se deparar com algum material explosivo. "A gente sempre recomenda que, qualquer tipo de artefato, qualquer tipo de material, que supostamente seja um artefato explosivo, não seja mantido nenhum tipo de contato. A gente orienta que seja isolado o local, seja chamado o policial especializado, que nesse caso é a equipe anti-bombas do Bope. Chegando no local, a gente faz o isolamento e, por via das dúvidas, faz o procedimento padrão, faz a remoção, se necessário for, ou se for identificado que há um risco maior, a detonação é feita no local mesmo", concluiu o tenente.
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