Polícia

Tráfico Internacional: PCC pagava R$ 800 mil para transportar cocaína no exterior

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Interceptações da PF mostram detalhes do transporte aéreo de cocaína pelo PCC, revelando a atuação de Willian Barile Agati e seus comparsas  |   Bnews - Divulgação Divulgação/PF
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 22/03/2025, às 13h32



A Polícia Federal (PF) interceptou conversas entre Willian Barile Agati, conhecido pelo apelido de Senna e tido pela polícia como "concierge" do Primeiro Comando da Capital (PCC) e dois comparsas que utilizam o codinome de Don Corleone e Pato Donald. Nos registros, eles detalham como ocorria o transporte aéreo da cocaína que o grupo traficava.

Segundo informações do portal Metrópoles, eram movimentadas quantias milionárias para a facção transportar a droga, que no território europeu pode render lucros dez vezes acima do valor comum no Brasil.

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Dois pilotos do jatinho particular de Senna receberam cada um R$ 800 mil para levar cerca de uma tonelada de cocaína até a Bélgica, onde seguiria por terra até a Inglaterra. O caso ocorreu em novembro de 2020.

O relatório policial aponta que o poder econômico do PCC permite que seja paga a propina no aeroporto de Bruxelas, capital belga. A corrupção dos funcionários ocorria por meio do suspeito Pato Donald.

Senna está preso desde janeiro e foi transferido em março para a mesma penitenciária de segurança máxima em Brasília onde cumpre pena Marcola, apontado como líder máximo da facção.

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