Polícia
por Cauan Borges e Rafaela Kaliel
Publicado em 04/03/2026, às 14h13 - Atualizado às 14h58
A diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Lígia Nunes de Sá, afirmou que, até o momento, as investigações da Operação Bandeira Branca apontam a participação de apenas uma torcida organizada no ataque ocorrido na Avenida São Rafael, em Salvador, nesta quarta-feira (4).
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Em entrevista ao BNews, Lígia Nunes afirmou que a atuação da Polícia Civil é baseada em elementos concretos reunidos ao longo da apuração.
A Polícia Civil age diante de fatos concretos. Aqui no DHPP, a gente atua com base em homicídios consumados e tentados. Até agora, nas investigações, a única torcida que participou foi essa que vocês mencionaram, de uma agremiação específica. Se, no decorrer das investigações, outras torcidas forem identificadas como participantes do ato criminoso, também serão alcançadas. Mas, por enquanto, só há comprovação da participação de uma torcida”, declarou.
A coletiva de imprensa para apresentação dos resultados da operação foi realizada nesta quarta-feira, às 11h, no auditório do Complexo de Departamentos da Polícia Civil (3D), no bairro de Itapuã. A Operação Bandeira Branca foi deflagrada pela Polícia Civil da Bahia e apura o espancamento de um torcedor do Esporte Clube Vitória, ocorrido no dia 17 de janeiro deste ano.
Durante a ação, sete integrantes da torcida organizada Bamor Nova Era, vinculada ao Esporte Clube Bahia, foram presos, e três adolescentes foram apreendidos. Ao todo, foram cumpridos 21 mandados, entre prisões temporárias, buscas e apreensões domiciliares e internações provisórias.
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