Polícia

Vídeo mostra PM dando tapa no rosto de mulher durante ocorrência; assista

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PM alega que uso de força foi necessário após hostilidade  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Redação BNews

por Redação BNews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 08/02/2026, às 18h12



Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um policial militar dando um tapa no rosto de uma mulher caída no chão durante uma ocorrência em uma barbearia no bairro Monte Cristo, em Florianópolis, na tarde de sábado (7).

Segundo a Polícia Militar, equipes do 22º Batalhão foram acionadas após reclamações da comunidade sobre som alto no local, além da suspeita de que pessoas estariam armadas. Ao chegarem, os agentes teriam sido hostilizados e atingidos por copos de vidro, o que, segundo a corporação, tornou "necessário o uso progressivo da força, com emprego de munição não letal e espargidor de pimenta, a fim de conter a situação e restabelecer a ordem".

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As imagens mostram ao menos três policiais próximos a uma mulher e a um homem, tentando imobilizá-los. Em determinado momento, um dos agentes atinge a mulher com a arma na região das costelas. Ela cai ao chão junto com o homem e um dos policiais. Enquanto o homem é contido com um golpe conhecido como mata-leão, outro agente desfere um tapa no rosto da mulher.

Em entrevista à NSC TV, a líder comunitária Nega Grazy afirmou que estava no local comemorando o aniversário de um ano da barbearia quando a Polícia Militar chegou. Segundo ela, os agentes pediram que as pessoas levantassem a camisa e, em seguida, lançaram spray de pimenta no ambiente. Ela negou qualquer tipo de agressão contra os policiais.

Ao todo, duas pessoas foram presas, o equipamento de som foi apreendido e os envolvidos encaminhados à Central de Polícia.

Em nota, a Polícia Militar informou que todas as ações adotadas tiveram como objetivo preservar a segurança da guarnição, dos frequentadores do local e da comunidade, diante de um cenário considerado de risco elevado. A corporação ressaltou ainda que as circunstâncias relacionadas ao uso da força serão devidamente apuradas pela Corregedoria.

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