Polícia

Vítimas de lutador de MMA no Rio de Janeiro dão detalhes de violência em prédio

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Duas mulheres vítimas de Lucas Portela detalham agressões em reportagem do Fantástico, revelando o impacto emocional e social das violências.  |   Bnews - Divulgação Reprodução/x
Samuel de Jesus

por Samuel de Jesus

Publicado em 08/11/2026, às 12h20



Duas mulheres que foram vítimas de agressões atribuídas ao lutador de MMA Lucas Portela, na quinta-feira (5), deram detalhes sobre os episódios de violência. As vizinhas Dilva e Célia foram entrevistadas pela jornalista Renata Ceribelli e relataram os impactos das agressões sofridas em um condomínio localizado na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro.

De acorodo com o G1, o juiz, que durante a audiência converteu a prisão preventiva em temporária, escreveu na ata que o preso não aparenta ter nenhum transtorno mental. Lucas segue preso na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A entrevista conduzida por Renata Ceribelli deu visibilidade aos relatos das mulheres e trouxe novos detalhes sobre um caso que assustou moradores da região. A investigação busca esclarecer as circunstâncias das ocorrências e a responsabilidade do suspeito pelos crimes atribuídos a ele.

Dilva, uma das mulheres agredidas, conversou com o Fantástico sobre tudo o que aconteceu. Perguntada sobre as agressões, ela afirmou estar com medo.
É, é o que deixa mais dor não é só a dor do corpo, né, as ferida, mas sim a dor da, da, da alma, do sentimento que fica, né, que a gente tem que tentar, né, é, ver como vai lidar com isso. Muito medo, muito medo que, sei lá, o que poderia ter acontecido, o que pode acontecer". Afirmou Dilva. 

O caso ganhou repercussão após imagens de câmeras de segurança registrarem momentos de violência envolvendo o investigado. Os registros mostram a gravidade das agressões e ajudaram a ampliar a repercussão da ocorrência. O comportamento agressivo do suspeito já chamava a atenção dos moradores do condomínio.

De acordo com o G1, o juiz, que durante a audiência converteu a prisão preventiva em temporária, escreveu na ata que o preso não aparenta ter nenhum transtorno mental. Lucas segue preso na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A entrevista conduzida por Renata Ceribelli deu visibilidade aos relatos das mulheres e trouxe novos detalhes sobre um caso que assustou moradores da região.

A investigação busca esclarecer as circunstâncias das ocorrências e a responsabilidade do suspeito pelos crimes atribuídos a ele.

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