Política

Sindimed, Sindsaúde e APLB rejeitam proposta de reajuste parcelado do governo

Publicado em 14/04/2015, às 15h22   Redação Bocão News




Acordo da Fetrab com governo não foi aceito pelos sindicatos

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde da Bahia (Sindsaúde-Ba) e o Sindicato dos Médicos no estado (Sindimed-Ba) informaram, nesta terça-feira (14), que não participaram da decisão da plenária realizada nesta segunda (13) pela Federação dos Trabalhadores Públicos (Fetrab) e rejeitam a proposta de reajuste parcelado apresentada pelo governo do Estado de 3,5% retroativo a março e o restante 2,91% em novembro.

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“O Sindsaúde-Ba e o Sindimed-Ba reafirmam que está mantida a posição deliberada pelos servidores da saúde em assembleia, de paralisação de 24h com manifestação nesta quarta-feira (15). A concentração será na Assembleia Legislativa com caminhada até a Governadoria, a partir das 9h”, informou as entidades, em nota enviada à imprensa.

Para os trabalhadores, o percentual é “insatisfatório para repor as perdas inflacionárias além do anúncio de cortes de remuneração  (insalubridade), a precariedade das condições de trabalho e o aprofundamento da privatização dos serviços públicos de saúde”.

“As entidades participarão da reunião com o governo marcada para amanhã, quando esperam que haja avanço nas posições do governo”.

O Sindsaúde-Ba realizará nova assembleia dos servidores da Sesab nesta sexta (17),  no auditório do Sindicato dos Bancários, quando a categoria definirá  os rumos do movimento. Já os médicos, definirão, em breve, a data para nova assembleia.

APLB

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (APLB) também rejeitou a proposta de reajuste parcelado de 6,41% proposto pelo governo baiano. Conforme dirigentos da entidade, a proposta reforçou a convocação para uma manifestação marcada também para esta quarta (15). 

Nesta quarta, a Fetrab informou que os servidores estaduais aceitaram a proposta de reajuste de 6,41% parcelado em duas vezes, uma retroativa a março de 2015 (3,5%), que pode ser paga nesse mês de abril, e a outra em novembro (2,91%). Ainda de acordo com a entidade representativa, o acordo foi selado após algumas rodadas de negociação entre a Secretaria de Relações Institucionais e à Federação.

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