Francisco Falcão acompanhou o pedido de Rodrigo Janot e enviou um despacho ao governo da Suíça pedindo uma posição sobre a legalidade do uso de provas contra a Odebrecht na Lava-Jato. De acordo com o colunista Lauro Jardim, de O Globo, a defesa da Lava-Jato havia pedido ao STJ uma liminar suspendendo o uso das provas.
A nova fase da Lava Jato batizada de Operação Acarajé, em andamento nesta segunda-feira (22). tem três alvos centrais: a empreiteira Odebrecht, o engenheiro Zwi Skornicki, citado em delações como operador do esquema na Petrobras, e o publicitário João Santana, que comandou campanhas da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula (2006).
Segundo o Blog do Matheus Leitão , do G1, há provas de novos crimes cometidos pela empreiteira, além do envolvimento do presidente da empresa Marcelo Odebrecht, preso desde junho do ano passado pela Lava Jato.
A empreiteira é acusada de fazer parte de um clube vip de empresas que fraudavam licitações da Petrobras e mantinham há anos um esquema de corrupção na estatal. Cerca de 300 policiais cumprem 51 mandados judicias em três Estados.