Projeto de Lei Complementar que cria a Região Metropolitana de Feira de Santana, apresentado na segunda (13) pelo executivo, será votado nesta quinta-feira (16), na primeira sessão da Assembleia Itinerante, que consiste na realização de sessões ordinárias e extraordinárias pelo interior do estado. O encontro será realizado no Centro de Cultura Amélio Amorim, na cidade que é a “Princesinha do Nordeste”.
A ideia segundo o Governo Estadual é de buscar o desenvolvimento socioeconômico integrado, equilibrado e sustentável, a fim de redução das desigualdades regionais nos seis municípios que inicialmente integrarão a RM de Feira de Santana, Amélia Rodrigues, Conceição da Feira, Conceição do Jacuípe, São Gonçalo dos Campos e Tanquinho.
Mas há divergência na Assembleia, inclusive entre os deputados feirenses sobre a RM Feira. É o indica a nota do colunista Levi Vasconcelos, nesta quinta-feira.
A DISCÓRDA
Carlos Geilson (PTN) e Targino Macado (PSC) acham que não tem sentido excluir municípios contíguos, como Anguera, e incluir Amélia Rodrigues, que é alternado. O projeto prevê que os seis ficam como ‘área de expansão”. Zé Neto (PT) acha que incluílos por razões políticas significa atravancar inviabilizar o todo.