No início da semana o deputado federal Zezéu Ribeiro, secretário do Planejamento e Ney Campelo, o secretário da Copa, fizeram o anúncio oficial da proposta escolhida do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) da Mobilidade Urbana.
Após análise, deram origem à escolha do modal descrido por Zezéu da seguinte maneira: “O eixo principal terá o trilho como sistema estruturante, que será complementado pelo BRT”.
Ou seja, haverá uma linha de Lauro de Freitas/Aeroporto até a Rótula do Abacaxi (Linha 1 do Metrô) que será de trilhos. As demais saídas serão através dos transportes convencionais e BRT.
Ainda não foram definidos os locais onde serão instalados os braços dos BRTs que farão a integração com o monotrilho e metrô.
Na coluna Tempo Presente desta quinta-feira (23), o colunista Levi Vasconcelos versa sobre o choro da prefeitura sobre o modal da cidade. Confira parte da nota abaixo.
A última cartada
A prefeitura de Salvador ainda não jogou a toalha na questão do BRT. Diz acatar a decisão do governo de optar por trilhos, em vez de asfalto, como eixo principal da mobilidade na Paralela, mas João Henrique e João Leão (Casa Civil/Salvador) propuseram a Jaques Wagner e Zezéu Ribeiro (Planejamento/Estado) fazer um estudo na seguinte linha: aproveitar a infra estrutura do metrô para colocar o BRT até a Copa. A superestrutura (trilhos) seria proposta depois.