Política
Publicado em 24/10/2016, às 14h06 Alexandre Galvão

Eleito para o primeiro mandato na Câmara Municipal de Salvador (CMS) com 9.082 votos, Felipe Lucas (PMDB) nega que o apadrinhamento político tenha sido fator decisivo para sua eleição. De acordo com o político, os votos vieram a partir de muito “trabalho e hora extra”.
“Eu, quando fui convidado, quem facilitou foi Lúcio, com Carlinhos Sobral, abraçado pelo Paulo Fontana, Fábio Mota. Mas foram conversas com Lúcio, com Geddel... foi quando entendi que é possível fazer uma política voltada para a prática do bem. Devo muito às pessoas que me orientaram”, afirmou, ao Bocão News.
Ainda segundo o peemedebista, ele não será um “soldado” dos Vieira Lima na Casa, mas sim um “parceiro”. “Quando você fala soldado, fica engessado. A palavra certa é parceiro e estou 100% disponível para trabalhar e fazer o bem”, indicou.
CIÚME – Ainda segundo o vereador eleito para a legislatura de 2017, não há ciúme dos outros colegas por conta da sua inserção na pasta de Infraestrutura – onde era chefe de gabinete. Apesar da negativa, vereadores reeleitos já reclamaram de ações de Felipe Lucas durante o período pré-eleitoral.
“Não, de forma alguma. O secretário sempre atendeu todos de forma muito bacana. Todos os vereadores gostam muito dele. Não tem ciúmes, não. São todos colegas”, garantiu.
FOCO NA CMS – Em entrevista ao BNews, Felipe Lucas indicou ainda que deve ter um foco na sua atividade legislativa: o esporte. “Um dos segmentos que eu atuo é o esporte. Hoje temos o projeto Boa Luta e nesse projeto tenho um grande parceiro. No Boa Luta, a gente contempla 280 crianças. Eles treinam gratuitamente na Boca do Rio e eu defendo a bandeira do esporte”, indicou.
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