Política
Publicado em 12/12/2016, às 08h53 Caroline Gois
O Chefe do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Bahia e ex-governador do Estado, Jaques Wagner, comentou, na manhã desta segunda-feira (12), em entrevista concedida ao radialista Mário Kértesz, na Metrópole, sobre a delação do executivo da Odebrecht, Claudio Melo, que cita o petista em depoimento. Conforme Claudio, que já possuía relação com JW, o petista o procurou em 2006 e 2010 para pedir ajuda econômica da Odebrecht para a sua campanha ao governo da Bahia e também em 2014 para a campanha de eleição do governador Rui Costa (PT). Houve atuações também no Ministério da Defesa. "Sou filho do Pólo Petroquímico e quando assumi em 2007 teve a comemoração dos 30 anos do Pólo e lancei o desafio que queria fazer do Pólo mais 30 anos. Fez um grupo de trabalho e começamos a trabalhar para não esvaziar ainda mais o Pólo. Dentro de um grupo de trabalho e foi mais de ano, uma das conclusões era que o ICMS era o elemento que inibia novos investimentos. Havia crédito acumulado e as empresas então não se sentiam estimuladas para cá. Fiz um plano garantindo que novas empresas chegassem. Esta renúncia foi feita para o Pólo Petroquímico como um todo", afirmou. Ainda segundo Wagner, "evidentemente que se a Braskem se beneficiou disso aí e se por conta disso resolveram me dar ajuda de campanha é uma decisão deles".
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