Política

Este é o governo mais autoritário da história, afirma Aleluia

Imagem Este é o governo mais autoritário da história, afirma Aleluia
O presidente do DEM diz que Wagner tenta amordaçar a oposição  |   Bnews - Divulgação

Publicado em 12/09/2011, às 16h43   Luiz Fernando Lima



O presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia, presente no lançamento do Blog do Geddel, defendeu a iniciativa do peemedebista, principalmente, porque na opinião dele, o governo tem trabalhado para amordaçar a oposição. “Não tem conseguido, mas sempre tenta”.

“O problema é que na Bahia o governo está tentando, não está conseguindo, mas está tentando amordaçar a oposição, amordaçando a imprensa, escondendo o que se passa no governo”, acusa. De acordo com Aleluia, fica cada mais vez mais evidente a necessidade de representantes da oposição, como Geddel, abrirem espaços para interagir com a população.

Sobre a atuação do governo no sentido de “silenciar a imprensa”, Aleluia utilizou como exemplo o surto de meningite que culminou na morte de três trabalhadores da rede hoteleira da região da Costa de Sauípe.

“Ele (governo) escondeu, ao ponto de haver uma festa com milhares de jovens expostos à contaminação. A omissão foi proposital, porque governo sabia da existência do foco e se quer avisou as pessoas. Não estou dizendo que ele não necessariamente proíba, mas ele se quer avisou. Ao contrário, guardou a sete chaves a informação vital para as pessoas, vital para as gestantes e para os jovens que se
expuseram ao risco de uma contaminação”, denunciou.

Após as criticas contundentes, o presidente da legenda que substitui o antigo PFL, de Antônio Carlos Magalhães, afirmou taxativamente que nunca na Bahia houve governo tão autoritário. “Isso é uma demonstração de que o governo da Bahia é o governo mais autoritário que já existiu. Em termos de controle da informação supera qualquer outro”, aponta.

A sucessão municipal, como não poderia deixar de ser, esteve em pauta. Assim como os outros lideres da oposição, Aleluia defendeu a união das legendas em torno, se possível, de uma candidatura única. “Estamos trabalhando para encontrar um projeto comum. Este pode culminar em uma candidatura comum. Isso seria o ideal para enfrentarmos a máquina do PT. Esta máquina é tão poderosa que consegue massacrar os servidores púbicos com o silêncio dos sindicatos e a oposição tem que se unir para vencer esta batalha” concluiu. 

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