Política
Publicado em 28/02/2018, às 09h14 Redação BNews
O novo diretor-geral da PF, Rogério Galloro, está sendo orientado a trocar toda a cúpula nomeada por Fernando Segovia. As diretorias mais sensíveis são a da inteligência e a de investigação e combate ao crime organizado, à qual estão subordinadas as operações e o grupo que investiga políticos com prerrogativa de foro.
Ele deve mudar também a diretoria executiva, que ocupou quando era o número 2 de Leandro Daiello, diretor mais longevo da PF. Galloro nunca atuou na área de investigação, mas na atividade meio. É considerado um bom gestor.
Quando era o número dois da PF, Rogério Galloro preferia não ser informado sobre investigações sensíveis em andamento. Dizia que, se vazassem, não seria responsabilizado.
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