Política

Barracas do Imbuí são proibidas de utilizar equipamentos de sonorização

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Medida provisória permanecerá até que os permissionários apresentem um projeto de adequação sonora viável para prefeitura  |   Bnews - Divulgação Reprodução

Publicado em 24/04/2018, às 07h20   Redação BNews



Em reunião realizada nesta segunda-feira (23) ficou estabelecida a proibição da utilização de equipamentos sonoros nas barracas do Imbuí, em Salvador. O objetivo da medida é debater questões que visam melhorar a convivência entre os barraqueiros da localidade, moradores e frequentadores do local.

A medida atestada pala subcoordenadora do setor de Poluição Sonora da Semop, Márcia Cardim, lideranças da comunidade e representantes da Associação dos Barraqueiros é provisória e permanecerá até que os permissionários apresentem um projeto de adequação sonora viável para prefeitura.

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Isso porque em 2015 ficou definida uma mudança no regulamento interno da Associação dos Barraqueiros do Imbuí, que passaria a penalizar com multa de um salário mínimo o quiosque que for flagrado com som alto após as 22h ou que não cumprir o horário de funcionamento. O não cumprimento disso e o consequente incômodo aos moradores ocasionou essa recente reunião com a prefeitura, que determinou a proibição temporária do som nas barracas.

A intervenção no Imbuí não é à toa, já que dados da secretaria municipal de Ordem Pública (Semop) revelam que a região da Boca do Rio – da qual o Imbuí faz parte – liderou o ranking de denúncias de poluição sonora por bairros em 2017. No total foram 1.538 queixas na região, seguido Itapuã (1.466), Cajazeiras (1.412), Pituba (1.197) e Pernambués (1.174).

Classificação Indicativa: Livre

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