O senador diplomado Jaques Wagner (PT) se esquivou ao ser questionado sobre em quem vai votar na eleição para a Presidência do Senado. "Estou esperando conversar com o partido em Brasília. Está muito cedo. Tem muita gente atirando demais. Tem vários nomes e vamos analisar. Isso é só a partir de 1º de fevereiro", afirmou, durante a cerimônia de diplomação dos parlamentares eleitos, realizada na tarde desta segunda-feira (17).

O baiano Angelo Coronel (PSD), parceiro de Wagner na chapa majoritária da última eleição,
saiu na frente e já anunciou ter 14 votos - incluindo os votos do petista e de Otto Alencar (PSD). Questionado pelo
BNews sobre o posicionamento do colega, o senador diplomado do PSD se esquiva.
"Cabe a ele votar ou não. Não vou forçar o senador Jaques Wagner a votar em mim. Em conversas reservadas entre eu e ele, ele já me disse que conversou com a bancada do PT e disse que se a minha candidatura for colocada, ele não ficaria contra uma candidatura baiana", explica Coronel.
Indagado se a candidatura é "irretirável", ele brinca. "Tenho uma vantagem: já tenho um voto, que é o meu. Mas na vida a gente nunca pode dizer que não. [Só retiraria] se houvesse algum fato novo. Nós estamos vivendo uma nova República. O povo deu esse grito nas urnas".