Política
Publicado em 24/05/2019, às 08h39 Mônica Bergamo, Folhapress
O ministro Sergio Moro, da Justiça, tentou convencer a procuradora-geral Raquel Dodge e Jair Bolsonaro a destinarem à pasta dele a multa paga pela Petrobras nos EUA no âmbito da Lava Jato.
Dodge, no entanto, preferiu recomendar que o montante, de cerca de R$ 2,5 bilhões, fosse destinado à educação. Bolsonaro concordou com a ideia.
O revés de Moro se soma à derrota dele no Congresso: na quarta (22), os parlamentares decidiram que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) não ficaria sob o seu controle.
O destino dos recursos da multa da Petrobras foi objeto de polêmicas. Procuradores do PR tentaram criar uma fundação para gerir o dinheiro —ela ficou conhecida como “fundação Deltan Dallagnol”.
Dodge se insurgiu —e foi ao STF para dizer que os recursos deveriam ser destinados à União.
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