Política

"Pra mudar de lado vai ter que sair do partido", diz Fabíola Mansur sobre Marcelo Nilo

["Pra mudar de lado vai ter que sair do partido", diz Fabíola Mansur sobre Marcelo Nilo]
17 de Maio de 2021 às 12:37 Por: Dinaldo Silva /Bnews Por: Luiz Felipe Fernandez

Distantes desde a disputa pela 2ª vice-presidência da ALBA, a deputada estadual pelo PSB, Fabíola Mansur, afirmou que caso o colega de partido Marcelo Nilo queira "mudar de lado", vai precisar deixar a sigla.

Na semana passada, o ex-deputado admitiu em entrevista à Rádio Excelsior que poderia aceitar um convite do ex-prefeito ACM Neto para sair como candidato ao Senado em 2022, se não receber o tratamento que acredita merecer por parte do PT. 

Nilo tem feito críticas ao governo Rui Costa (PT) nos últimos meses, o que tem contribuído para os rumores sobre a sua saída da base.

"O PSB sempre teve lado e somos da base do governador Rui Costa [...] Marcelo Nilo, de um jeito ou de outro, sempre tenta estar na mídia. Eu sei que para ele mudar de lado, terá que sair do partido", disparou Fabíola em entrevista ao BNews nesta segunda-feira (17), durante a entrega de uma obra de encosta na Boa Vista do Lobato do Governo do Estado, em Salvador.

Durante a eleição à presidência da Casa, a deputada perdeu a vaga na 2ª vice para Marcelinho Veiga, genro de Marcelo Nilo, que segundo a própria Fabíola, agiu nos bastidores para derrubar o seu nome.

CASO ALDEN

Integrante do Conselho de Ética da ALBA, Fabíola Mansur diz que o deputado Capitão Alden (PSL) terá a oportunidade de dar a sua explicação acerca do vídeo em que acusa os colegas parlamentares de receberem uma espécie de propina da Prefeitura de Salvador. 

No entanto, a deputada concorda que as acusações de Alden são "gravíssimas" e que existem diferentes tipo de punição, desde as mais leves até a cassação.

"As acusações são gravíssimas e afeta não só os deputados da oposição, mas também os que usam as emendas para as suas comunidades, a menos que ele tenha uma justificativa. Eu sou uma pessoa da Justiça e a todos deve ser dado o direito de resposta", concluiu.

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