Política

Doria diz que perdoa críticas de ACM Neto e dispara: ‘Passa por uma situação de fragilidade’

[Doria diz que perdoa críticas de ACM Neto e dispara: ‘Passa por uma situação de fragilidade’]
26 de Maio de 2021 às 07:41 Por: Divulgação Por: Redação BNews

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), minimizou o atrito que teve com o presidente nacional do DEM, ACM Neto, e afirmou ainda que perdoa as críticas que sofreu do democrata soteropolitano, em entrevista ao podcast “A Malu tá on”, do jornal O Globo e repercutida pela Tribuna da Bahia.

Doria declarou que os dois partidos permanecem aliados, e que ACM Neto passa por uma “situação momentânea de fragilidade”.

“É e continua a ser (aliado do PSDB). Tenho muito carinho pelo ACM Neto. Conheço o seu pai, conheci o seu avô, conheço a família. Mas, entendo a situação momentânea de fragilidade do presidente nacional do DEM. Ele perdeu também o prefeito da cidade do Rio de Janeiro. Eduardo Paes se desfiliou do DEM, e se filiou ao PSD. É um cargo importante. O DEM tinha Eduardo Paes, um nome de relevância nos seus quadros. Perdeu também o vice-governador do estado de São Paulo, que se filiou ao PSDB. E, se não bastasse isso, perdeu também Rodrigo Maia, um nome relevante do DEM que foi presidente da Câmara Federal e que pediu a sua desfiliação ao DEM”, declarou Doria. 

“Portanto, nesta circunstância, é compreensível as manifestações do ACM Neto, para os quais eu o perdoo e compreendo. É uma situação adversa, mas é momentânea. Isso será superado. O DEM vai voltará a se fortalecer, tem um papel importante. Vamos dar tempo ao tempo”, acrescentou.

Depois de o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, anunciar a saída do DEM e filiação ao PSDB, ACM Neto fez duras críticas a Doria. Neto disse que Garcia deixou o partido por “uma inexplicável imposição estabelecida pelo governador de São Paulo, João Doria, cuja inabilidade política tem lhe rendido altíssima rejeição e afastado os seus aliados”. “A postura desagregadora do governador de São Paulo amplia o seu isolamento político, e reforça a percepção do seu despreparo para liderar um projeto nacional. O momento pede grandeza e compromisso dos homens públicos com o país. Não é hora de dividir, mas de agregar. O Democratas defende a união de forças, e que se deixem os interesses pessoais de lado. Certos de que o PSDB possui lideranças e quadros nacionais que são capazes de colocar os objetivos comuns e os sonhos para o futuro do Brasil à frente de projetos pessoais, o Democratas espera preservar a longa história de parcerias construída com o partido”, publicou o ex-prefeito, no Twitter.

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