Política

Rui espera que visita de Lula ajude a "intensificar o diálogo" com aqueles interessados na "democracia"

Dinaldo Silva/BNews

Publicado em 24/08/2021, às 11h11    Dinaldo Silva/BNews    Nilson Marinho e Luiz Felipe Fernandez

O governador Rui Costa (PT) afirmou nesta terça-feira (24) que espera que visita de Lula a Bahia ajude a "intensificar o diálogo" com quadros interessados em fortalecer a "democracia" no país. Ele participa nesta manhã da formatura do Curso de Formação de Sargentos da PM e entrega 26 nova bases móveis para a corporação

Lula chega em Salvador nesta quarta-feira (25) e tem um encontro com o partido, lideranças políticas e movimentos sociais na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Na quinta-feira (26), o ex-presidente vai até à Policlínica de Narandiba, almoça com os presidentes dos partidos da base aliada de Rui, e às 16h um novo encontro desta vez com representantes do movimento negro, na Senzala do Barro Preto, na Liberdade.

Um jantar no Palácio de Ondina também está previsto para acontecer, este mais reservado somente com a presença dos senadores Otto Alencar e Jaques Wagner, além do próprio governador e do vice João Leão (PP). Nesta oportunidade, eles devem colocar a conversa em dia e falar sobre as perspectivas para 2022.

Sem cravar se termina o mandato ou deixa a vaga para João Leão (PP) e tenta o Senado, assim como fez o seu antecessor Wagner, Rui Costa só tem uma certeza: quer "participar ativamente" de todo o processo de "reconstrução" do país.

"A minha expectativa é que a gente possa intensificar o diálogo co pessoas democráticas e que querem ajudar a reconstruir o Brasil. Eu quero participar ativamente disso, como pai, como avô, como cidadão baiano. Todos juntos vamos ajudar a retomar o crescimento brasileiro e voltar à normalidade. O que estamos vivendo é uma anormalidade brasileira", avaliou Rui, que diz que em nenhum outro momento da história recente, seja nos governos petistas ou na era Temer ou FHC, o Brasil esteve tão "sem rumo".

"Indepedende de qual foi o governo, quando foi, se da época de FHC, Lula, Dilma, o país podia ter divergências ideológicas, políticas, de conteúdo, mas tinha diálogo internacional, era respeitado internacionalmente [...] era um país que tinha rumo. O país está com a imagem no chão, não tem rumo, destino, não sabe o que fazer", completou.

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