
Após saber que a Justiça bloqueou seus bens, por causa de uma denúncia de desvio de verbas em dois contratos do Programa Nacional de inclusão de Jovens (Projovem) - que totalizam R$ 7,8 milhões - o secretário municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Carlos Ribeiro Soares, pediu na noite desta sexta-feira (19) sua exoneração do cargo.
Em matéria divulgada neste sábado (20) no jornal A Tarde, também tiveram os bens pessoais decretados como indisponíveis a assessora da secretaria, Sara Rocha Almeida, e os próprietários do Instituto de Desenvolvimento Humano (Idesh) e da facultade Evangélica de Salvador (Facesa), os empresários Paulo Roberto de Araújo e Telmo Luiz de Oliveira,respectivamente.
A juíza Cynthia de Araújo Lima Lopes, da 14ª Vara Federal da Bahia, foi quem decidiu bloquear os bens dos acusados. A magistrada avaliou que existe uma grande quantidade de provas indicando que houve contratos celebrados ilicitamente, fraude à obrigatoriedade de licitação, superfaturamento de despesas, utilização de documentos falsos para comprovação de gastos, dentre outras irregularidades.
Foto: Ascom