Política

Prefeitura na berlinda

Publicado em 08/01/2011, às 13h10   Redação Bocão News



Entre os colunistas dos jornais locais, Correio e A Tarde, dois assuntos  sobre o mesmo tema tem espaços de destaque. O jornalista Clécio Max, que assina neste sábado o espaço de Emmerson José no diário, o café da manhã  do bloco independente II da Câmara Municipal de Salvador. Já Biaggio Talento, que assina a coluna Tempo Presente, destaca as Contas da Prefeitura de Salvador do ano de 2010.

Confira na integra as notas:

Apoio necessário

Convencer a Mesa Diretora da Câmara Municipal a abrir um canal de negociação entre a prefeitura de Salvador e o governo do estado. Este é um dos assuntos que os vereadores (integrantes do novo bloco independente da Casa) vão discutir durante um café da manhã, hoje, no Hotel Fiesta, Itaigara. “A situação é crítica e dá pra notar que a prefeitura está se transformando em uma nau sem rumo. Portanto, não podemos esperar que o pior aconteça”, comenta Alcindo da Anunciação (PSL), que terá a companhia de Palhinha, Lau (PSB), Paulo Câmara, Jorge Jambeiro (PSDB) e Joceval Rodrigues (PPS). As próximas votações na Câmara, em especial  o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), também serão pontos de discussão do grupo.

Clécio Max

Ruim em 2009, pior em 2010

Quem já passou o olho nas contas de 2010 da Prefeitura de Salvador garante que a administração continuou cometendo as mesmas distorções de 2009, que levaram o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) a desaprovar as contas do Município.
A explicação para isso é simples: o julgamento das contas de 2009 ocorreu no início de dezembro último e a prefeitura não imaginava que seriam rejeitadas, tendo passado 2010 todo cometendo os vícios que considerava passíveis pelo órgão fiscalizador.

Biaggio Talento


Clécio ainda destaca a vigem de César Borges à Brasília de onde espera sair com algo a mais que as mãos abanando.


Depois de curar a ressaca pós-eleitoral no exterior, o senador César Borges (PR-BA) desembarca em Brasília, no início da semana, para conversar com integrantes da cúpula do governo Dilma Rousseff. Na capital federal, vai ouvir o veredicto sobre seu futuro político. Em suma: se terá ou não acento no Planalto. A palavra final será dada pelo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, com a devida mediação de seu padrinho político no partido, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Há quem aposte em Borges no comando da Valec, responsável pela construção das mais importantes ferrovias do país. Mas há também quem diga que o caminho do baiano será ligado ao setor aeroportuário.

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