Política

ACM Neto quer ser conhecido como “reformador de Salvador”

Imagem ACM Neto quer ser conhecido como “reformador de Salvador”
Prefeito deu entrevista ao A Tarde e falou de diversos assuntos, como metrô, política e Wagner  |   Bnews - Divulgação

Publicado em 29/03/2013, às 07h56   Redação Bocão News (twitter: @bocaonews)



O prefeito ACM Neto deu uma entrevista ao jornal A Tarde em sua edição desta sexta-feira (29) e revelou que quer ser conhecido como o gestor que promoveu a reforma necessária em Salvador após um período complicado na cidade. Segundo ele, a inspiração de seu avô e tio, os falecidos Antônio Carlos e Luiz Eduardo Magalhães, o atinge e ele afirma ter aprendido com os erros e acertos de seus antecessores em busca de melhorar a capital baiana.
Neto listou que a prefeitura tem uma dívida acumulada próxima de R$ 3 bilhões e que concorre a fazer a cidade “andar com as próprias pernas”, o que inclui a aprovação da Reforma Tributária, já encaminhada à Câmara de Vereadores. Ele espera a aprovação da matéria porque, segundo ele, é um projeto importante para o futuro da cidade e não ter a ver com política.
A política, inclusive, foi fonte de opiniões na conversa e rendeu a Neto uma declaração neutra sobre a questão da relação do Executivo com o Legislativo. De acordo com o prefeito, o aumento de sua bancada na Casa ocorre por conta de um processo de sugestão de projetos e não de cargos, apesar de em tudo isto haver a inequívoca relação entre partidos. Já com o Governo do Estado e Jaques Wagner, afirmou desejar viver uma “lua de mel eterna” e aplaudir pessoalmente sempre que o governador fizer algo por Salvador.
Por conta deste entendimento, ACM Neto afirma que a resolução sobre o metrô está próxima e que ele e Wagner continuam uma relação saudável e republicana, com ausência de desentendimentos e convergindo na noção de que a população precisa urgentemente do metrô. As dificuldades políticas sobre o assunto, atestou o gestor, é culpa de deputados e vereadores de ambos os lados que buscam capitalizar politicamente com a questão.

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