Política
Apontado como um dos líderes do acampamento instalado em frente ao QG do Exército em Brasília, Diego Ventura quebrou a tornozeleira eletrônica e fugiu do país um dia após ser condenado a 14 anos de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por participação nos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro informou, em 6 de agosto, a Alexandre de Moraes que Diego Ventura havia rompido a tornozeleira eletrônica em 1º julho e que, desde então, o equipamento estava desligado.Na segunda-feira (12), o ministro determinou a prisão do líder do acampamento.
O acusado está deliberadamente desrespeitando as medidas cautelares impostas nestes autos e referendadas pelo plenário do STF, revelando seu completo desprezo por esta Suprema Corte e pelo Judiciário", informou Moraes na decisão.
De acordo com a defesa de Diego Ventura, o cliente "está refugiado em um país onde há respeito à liberdade e à democracia”.
"Ele não me informou e nem eu quis saber", disse o advogado Geovane Veras Pessoas ao ser questionado pelo UOL sobre o paradeiro de Diego Ventura.
Ataques antidemocráticos
Diego Ventura estava em liberdade provisória, mas tinha que comparecer semanalmente ao juízo. Foi determinado ainda o uso de tornozeleira eletrônica, além do cumprimento do recolhimento noturno.
O Supremo condenou o homem por cinco crimes: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.
De acordo com a Polícia Federal (PF), Diego Ventura ficou 50 dias no acampamento em frente ao QG do Exército na capital federal. Ele atuou na organização e contribuiu com arrecadações financeiras para a manutenção da estrutura.
Ele participou também da invasão à sede do Supremo.
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