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Em entrevista exclusiva para a edição deste mês da revista Playboy, o deputado federal ACM Neto (DEM), faz revelações políticas e pessoais. Na política, o herdeiro da família Magalhães afirma ter despontado na carreira somente após a morte do tio, Luís Eduardo, em 1998, e diz que nunca se considerou “o popular”.
Neto conta que “no interior, pegam na bunda, dão beliscão”. E lembra: “Em Capim Grosso tinha duas meninas escondidas no porta-malas do carro. Elas me pegaram por trás e eu gritei: “Peraí!”.
No campo pessoal, o democrata baiano conta que Rebecca Garcia (PP-AM) é, para ele, a deputada mais bonita da Câmara. E destacou mais duas: Bruna Furlan (PSDB-SP) e Manuela D´Ávila (PCdoB-RS).
Sobre o assédio do público gay, Neto disse que é “muito querido” por eles e acha que isso acontece por ser jovem. “Sou jovem com visibilidade nacional. Sempre encarei isso com muita simpatia. E não gosto de disputar eleição nenhuma para perder nem que seja a de político mais sexy do [site gay] Mix Brasil [risos]”.
Questionado sobre a preferência pelas musas do Axé, Claudia Leitte ou Ivete Sangalo, o parlamentar preferiu não responder. “Eu lhe respondo dez vezes quem é a deputada mais bonita da Câmara. Mas essa resposta você não vai ter de jeito nenhum".
Vaidoso assumido, se tem uma coisa que o jovem deputado detesta é que mexam no cabelo dele. Mas, nega que faz sobrancelha e pinta o cabelo. “Eu uso um creme para manter a sensação de que o cabelo tá molhado. É um pouco mais fraco do que gel. Sou vaidoso no limite. Gosto de estar bem vestido. De vez em quando deixo a barba crescer, e as pessoas logo perguntam se vou aderir ao PT. E a única coisa que não suporto é que mexam no meu cabelo. Aí me mata”, confessa.
Foto: Edson Ruiz / Bocão News