Política
Publicado em 17/06/2025, às 11h08 Yuri Pastori
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL); o seu filho 02, Carlos Bolsonaro; o ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem e outras 32 pessoas foram indiciadas no âmbito do inquérito do caso conhecido como 'Abin Paralela', que apura um esquema de espionagem ilegal de adversários políticos montado na Agência Brasileira de Informações (Abin) durante o governo Bolsonaro.
O relatório final concluído pela Polícia Federal (PF) foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Depois disso irá para a Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá 15 dias para se pronunciar.
A partir disso, o Ministério Público (MP) avalia qual providência será tomada: se denuncia os envolvidos, pede mais apurações ou arquiva o caso. Em todas as situações, após esta fase, o caso vai para análise do Supremo. Se a denúncia for rejeitada, o caso é arquivado, já se for aceita pelo STF, os envolvidos se tornam réus e passam a responder a ações penais na Corte.
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