Política

"Acabou sobrando para mim", diz Jaques Wagner sobre rejeição de Jorge Messias ao STF

Silvânia Nascimento / BNEWS
Wagner explica como a escolha do STF é uma prerrogativa do presidente e os desafios do voto secreto no Senado  |   Bnews - Divulgação Silvânia Nascimento / BNEWS
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 31/07/2026, às 09h44



O senador e pré-candidato ao Senado Jaques Wagner (PT) comentou durante entrevista no programa Giro Baiana, na rádio Baiana (89,3FM), nesta sexta-feira (31), a derrota do governo no Senado na indicação do advogado da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).   

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“Havia um desejo de muitos senadores, inclusive, do presidente Davi Alcolumbre de fazer o ex-presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco por Minas Gerais no Supremo Tribunal Federal. Eles me pediram tanto o presidente Davi quanto Rodrigo, eu levei eles ao presidente Lula”, afirmou.

O petista contou que a decisão por Messias foi do presidente Lula. “Eles se conversaram, mas a decisão constitucionalmente a escolha é do presidente. O presidente decidiu e me comunicou”, declarou.

Wagner disse que a situação acabou sobrando para ele. “Eles se insurgiram contra decisão do presidente e acabou sobrando para mim. Porque é voto secreto. Voto secreto é difícil fazer aposta”, disse.

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