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"ACM Neto armou um time forte para combater Jerônimo Rodrigues", diz Zé Eduardo

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Zé Eduardo analisa como a chapa de ACM Neto se preparou para enfrentar Jerônimo Rodrigues  |   Bnews - Divulgação BNews
Silvânia Nascimento

por Silvânia Nascimento

silvania.nascimento@bnews.com.br

Publicado em 27/03/2026, às 11h38 - Atualizado às 12h05



O apresentador José Eduardo avaliou como 'estratégica e veloz' a postura de ACM Neto (União Brasil), pré-candidato ao governo do estado da Bahia, ao escolher  Zé Cocá (PP), prefeito de Jequié, como pré-canditado a vice-governador na chapa oposicionista.

Durante apresentação do programa Giro Baiana, da Rádio Baiana FM (89,3), nesta sexta-feira (27), Zé Eduardo disse que, em sua opinião, as Eleições de 2022, quando ACM também foi canditado, serviram de termômetro e aprendizado para o vice-presidente nacional do União Brasil.

"A oposição largou na frente e formou a chapa. Uma chapa que o ex-prefeito Salvador ACM aprendeu com o erro da eleição passada, que favoritismo não se ganha apenas em pesquisa, se ganha no corpo a corpo e com um time forte. O ex-prefeito Salvador armou um time forte para combater o governador Jerônimo Rodrigues. Está escalada a chapa de lá com o vice Zé Cocá. Se o vice Zé Cocá representa ou não alguma coisa ali naquela região, vamos saber nas urnas. Mas ele também foi disputado pela parte governista. Muito disputado. Usou demais o governo do Estado para fazer pedidos e também reuniões, deixando a porta aberta o tempo todo", disse. 

Ainda em suas colocações, o apresentou destacou que o prefeito de Jequié soube aproveitar a oportunidade proporcionada por ACM Neto. "Zé Cocá, na minha opinião, é um político esperando a primeira porta que vier com mais solicitações. E a porta do ex-prefeito Salvador ACM Neto abriu escancarada para ele. Enquanto a porta do governo Jerônimo Rodrigues ficou um pouquinho fechada. Ele queria a porta mais aberta. Zé Ronaldo até agora não se posicionou. Mas, sem sombra de dúvida, é uma chapa forte para combater o outro lado, que até agora não definiu o seu vice. Não entendoo o porquê. Têm pressões por todos os lados. Tem solicitação de todos os lados.Tem o Avante querendo colocar,  tem o PSD querendo colocar, tem a vaga do MDB que o Geddel está gritando que é dele". 

Zé Eduardo também não deixou passar despercebida o imbróglio que gira em torno da formação da chapa do governador Jerônimo Rodrigues, já a vaga da vice-governadoria, aparentemente, segue indefinida. "O governador está sereno, mas ao mesmo tempo, o tempo passa e aí fica o vácuo. Quem é que vai ser o vice? O governador, o candidato é o Jerônimo Rodrigues, os dois senadores são fortes, Wagner e Rui, que por sinal lideram pesquisa para o Senado, mas vai ter Coronel no encalço e Coronel não é brincadeira. Não se brinca com Coronel, mas por outro lado o governo Jerônimo tem um homem fortíssimo no interior da Bahia chamado Otto Alencar que está querendo e querendo muito, não é pouco não. A sede dele é de vitória. Está nos olhos dele.Anote esse nome: Otto Alencar. Ele, sim, pode fazer uma diferença a mais para o governador Jerônimo", opinou. 

"E aqui vai meu recado para vice e para Geraldo Júnior. É preciso hoje, meu querido amigo Geraldo Júnior, ter amor próprio, bater na mesa e dizer, chega, cansei, coloque quem vocês quiserem. Estou aqui, a política é aberta e temos aí a porta também escancarada do outro lado. Como fez Otto quando veio para cá, César Borges quando veio para cá, Coronel foi para lá. Então, é preciso que meu querido amigo Geraldo Júnior olhe e diga: para mim já deu. Esperei demais. Não posso mais permanecer do jeito que estou. Trezentos nomes aparecendo e eu como vice-governador do estado esperando uma posição da minha base que não vem. Aí amigo, o nome é amor próprio", declarou Zé Eduardo. 

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