Política

Adolfo Menezes minimiza críticas da oposição a novo pedido de empréstimo de Jerônimo Rodrigues

Joilson César/BNews
O presidente da Alba elogiou os esforços do governador em mantar o equilíbrio das contas publicas e criticou a situação de outros Estados  |   Bnews - Divulgação Joilson César/BNews
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 23/08/2024, às 12h57



O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), saiu em defesa nesta sexta-feira (23) o governador Jerônimo Rodrigues (PT) pelo novo pedido de empréstimo enviados pela gestão estadual e que foram aprovados pela Casa Legislativa baiana.

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Em conversa com a imprensa durante a entrega de honrarias a representes do Poder Judiciário feita pela Câmara Municipal de Salvador, Menezes destacou a dedicação do governador e de sua equipe para manter o equilíbrio nas contas públicas.

“Vejo com naturalidade. É papel a oposição criticar, mas seria bom que todos vissem os índices da Bahia. A Bahia, mais uma vez, recebeu a nota mais alta do Brasil em gestão fiscal, o que significa a responsabilidade que o governador e sua equipe têm com as contas públicas. A imprensa, ao meu ver, deveria fazer uma crítica à situação do Brasil, das dívidas dos Estados”, disse.

“A Bahia tem todas as condições de tomar empréstimos. Nosso endividamento, em relação a outros Estados, é muito baixo. Até porque isso faz parte da administração pública. O importante são as áreas onde esses recursos serão aplicados”, acrescentou.

Menezes ainda citou o exemplo das situações de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que, segundo o presidente da Alba, são responsáveis por mais de 80% dos mais de R$ 800 bilhões que os Estados têm com a União.

“Isso é importantíssimo saber das dívidas dos Estados com a União, com o governo federal de mais de R$ 800 bilhões. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais devem praticamente mais de 80% desse valor. Quer dizer, os Estados mais ricos da Federação são os que levam o dinheiro do país”, disse.

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