Política
Publicado em 04/07/2024, às 20h15 Redação
O advogado da família Bolsonaro, Fabio Wajngarten, manifestou-se ser um dos indiciados pela Polícia Federal (PF) no caso da venda ilegal de joias no exterior. O jurista classificou a decisão como “arbitrária, injusta e persecutória”.
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“Advogado, fui indiciado porque no exercício de minhas prerrogativas, defendi um cliente, sendo que em toda a investigação não há qualquer prova contra mim. Sendo específico: fui indiciado pela razão bizarra de ter cumprido a Lei! Minha orientação advocatícia foi a de que os presentes recebidos pelo ex-presidente da República fossem imediatamente retornadas à posse do Tribunal de Contas da União, em defesa de qualquer dúvida sobre questionamentos em relação ao interesse público”, cravou Fabio Wajngarten em suas redes sociais.
Ainda na postagem, o advogado atesta que só soube do caso pela imprensa e que “continuará com o trabalho advocatício”. Ele afirmou que vai recorrer à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para garantir o “direito constitucional de trabalhar sem intimidações e sem sofrer lawfare de natureza política”.
“Também recorrerei a todas as instâncias da Justiça para conter o abuso de poder e essa atitude arbitrária de um integrante da PF, que não pode ser confundido com a corporação como um todo”, acrescenta.
O meu indiciamento pela Polícia Federal se baseia na seguinte afronta legal: advogado, fui indiciado porque no exercício de minhas prerrogativas, defendi um cliente, sendo que em toda a investigação não há qualquer prova contra mim. Sendo específico: fui indiciado pela razão…
— Fabio Wajngarten (@fabiowoficial) July 4, 2024
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