Política
por Héber Araújo
Publicado em 19/05/2026, às 18h07
O advogado Eugênio Aragão divulgou, nesta terça-feira (19), uma nota à imprensa onde revelou que deixou a defesa do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.
O jurista, que também é ex-ministro da Justiça e subprocurador-geral da República aposentado, não deu detalhes sobre os motivos de seu desligamento. Entretanto, afirmou que só participa de “iniciativas jurídicas pautadas pela absoluta seriedade, confiança profissional e responsabilidade”.
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Ainda conforme o comunicado, o advogado citou uma colaboração premiada. “Eventual colaboração premiada apenas seria considerada diante da existência de provas consistentes e inequívocas, sempre com respeito à legalidade, às instituições e à reputação das pessoas envolvidas”, diz um trecho.
"O advogado Eugênio Aragão informa que está deixando a condução da defesa de Paulo Henrique Costa.
Com quase 30 anos de atuação no Ministério Público Federal e extensa trajetória em funções de cúpula da instituição, Eugênio Aragão somente participa de iniciativas jurídicas pautadas pela absoluta seriedade, confiança profissional e responsabilidade.
Eventual colaboração premiada apenas seria considerada diante da existência de provas consistentes e inequívocas, sempre com respeito à legalidade, às instituições e à reputação das pessoas envolvidas."
O ex-presidente do BRB foi preso durante a realização da Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Em abril, Costa sinalizou ter interesse em fazer uma delação premiada, para colaborar com as investigações.
Ele estava à frente do BRB desde 2019, tendo sido indicado pelo ex-governador do Distrito Federal, Inábeis Rocha. Foi ele o responsável por conduzir a tentativa de compra do Master pelo BRB.
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