Política
Publicado em 15/12/2025, às 11h13 Yuri Pastori e Lucas Pacheco
O ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa, durante vistoria técnica das obras de macrodrenagem do Canal Mangabeira, em Salvador, falou sobre a escolha de Flávio Bolsonaro como candidato do PL e do clâ bolsonarista para as eleições de 2026.
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Segundo Rui, a escolha foi "autêntica" e que agora o "tanto faz" vai ficar mais "desavergonhado".
"É igual o treinador querer, além de escalar o seu time, querer escalar o time adversário, né? Não combina bem, né? Acho que cada treinador, cada time escala o seu. O time adversário, eles que escalam, né? No máximo, a gente pode comentar a escolha dos outros. Eu diria que para comentar é uma escolha mais autêntica, né? Da direita brasileira. E agora o 'tanto faz' vai ficar mais desavergonhado, vai ter que assumir de que lado, de fato, ele esteve e ele está. Porque todas as posições, inclusive quando eles, a família, traiu o país, pedindo até intervenção militar dos Estados Unidos, eles aqui na Bahia ficaram caladinhos, meio que torcendo para tudo dar errado no país, para ver se, é como diz aquele ditado, 'eu quero ver o mar pegar fogo para comer peixe frito'. Então, um pouco a torcida deles era essa, que desse tudo errado, mas, graças a Deus, nós estamos encerrando o terceiro ano do presidente Lula com tudo dando certo", disse.
Rui Costa também falou da melhora de indicadores sociais e econômicos do país no Governo Lula.
"Todos os indicadores sociais e econômicos estão muito melhores do que quando o presidente chegou. A cesta básica caiu de preço, é a menor inflação que um presidente vai ter em quatro anos, desde que existe presidencialismo no Brasil. A maior geração de emprego e, portanto, a menor taxa de desemprego desde que se faz pesquisa de desemprego. A maior massa salarial dos trabalhadores, o maior processo de inclusão social. Batemos o recorde no Minha Casa Minha Vida, já alcançando, agora em dezembro, a dois milhões de unidades, chegando até dezembro de 2026 a três milhões", afirmou.
O ministro também falou sobre as medidas recentes do governo federal, como as alterações no imposto de renda e no processo de emissão da carteira de habilitação.
"Portanto, comemorando os resultados positivos da economia, com inclusão social, diminuindo o processo de impostos da população, principalmente de baixa renda, com a isenção de impostos até R$ 5 mil reais que o presidente Lula colocou e a diminuição de quem ganha R$ 5 a R$ 7 mil. E agora a medida última, que foi a mudança na carteira de habilitação, que atinge 20 milhões de pessoas, boa parte delas do Nordeste brasileiro, jovens, principalmente, que dirigiam moto, por exemplo, mas nunca tiraram a carteira. Por que nunca tiraram? Por que a carteira custava R$ 3, 4, 5 mil, a depender do Estado, e os jovens dirigiam sem carteira. Quando você olha o número de CPFs que tinham propriedade de moto ou carro, eram 20 milhões de pessoas. Quando você cruzava isso com habilitação, 20 milhões de brasileiros tinham propriedade de uma moto ou de um carro, mas não tinham habilitação. Ou seja, é sinal de que as pessoas estavam dirigindo moto ou carro sem habilitação, e, portanto, tendo todo o constrangimento de fugir de blitz, de ter seu bem apreendido, agora não, vai ficar imensamente mais barato, mais fácil retirar uma habilitação".
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