Política
Publicado em 14/10/2024, às 19h11 Anderson Ramos
Angelo Coronel ainda não desistiu do sonho de ser presidente do Senado. Em entrevista ao PodZé nesta segunda-feira (14), o parlamentar revelou que não vai medir esforços para buscar realizar o objetivo.
“Não é apenas desejo, eu ainda serei presidente do Senado. Não sei qual é a data, mas serei”, afirmou.
Ele revelou que logo na sua chegada na Câmara Alta se candidatou ao posto e por pouco não atingiu o seu objetivo. “Quando eu cheguei no Senado se dizia que Davi Alcolumbre era imbatível e que ninguém ganharia pra ele e eu quis testar. Não conhecia ninguém lá, só Otto [Alencar] e [Jaques] Wagner. Testei e tive 13 votos. O mais interessante é que o PSD tinha 11 senadores. Até as 14h, e a eleição acaba às 16h, eu tinha votos dos 11 com mais 12 teria 23 e iria para o segundo turno. Eu tinha um acordo com Collor e Renan que quem não fosse para o segundo turno somaria os votos”, contou o senador.
“Só não fui presidente do Senado porque nas duas últimas horas, Bolsonaro e Onyx Lorenzoni chamaram esse grupo do PSD e disse que queria eles votando com Alcolumbre. Eu, cristão novo, sobrei. Nove foram apoiar Bolsonaro e os outros do PSD me deixaram. Hoje apoio Otto Alencar contra Davi Alcolumbre novamente”, revelou.
Coronel não terá vida fácil se quiser realmente disputar a presidência do Congresso. Com a indicação que o PT terá os nomes de Rui Costa e Jaques Wagner na chapa para o Senado em 2026, Coronel deve ser preterido para o posto. Restaria para o PSD a vaga à vice de Jerônimo Rodrigues, o que já foi rechaçado pelo senador.
“Estou preparado para ser tudo nesta vida, só não estou preparado para ser vice. Não tenho aptidão para isso”, disse o parlamentar no programa desta segunda.
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