Política
Integrantes da "ala histórica" e da "ala bolsonarista" do PL baiano temem o pior com a condução das negociações do partido para a formação da chapa de 2026. O receio é que a sigla se torne "barriga de aluguel" para acolher nomes ligados ao grupo liderado por ACM Neto e Bruno Reis e dificultem o caminho em busca de cadeira na Assembleia Legislativa de quem está no partido desde antes do ingresso do clã Bolsonaro ou mesmo daqueles que são bolsonaristas, também autointitulados "PL raiz".
Há indicações de que a condução das negociações da sigla com o grupo de ACM Neto e Bruno Reis possa causar uma racha interno às vésperas das eleições. No entendimento destas alas, segundo fontes do PL, estes aliados do prefeito e do ex-prefeito podem tirar cadeiras bolsonaristas e da ala histórica que pretendam uma cadeira ou a reeleição. Aí aumentariam as dificuldades para Diego Castro, César Leite, Coronel França, Kátia Bacelar, Alexandre Tchaca e Jânio Júnior, filho do prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal.
Os nomes ligados a Neto e Bruno que estariam de malas para a legenda seriam Wagner Alves, esposo da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, Igor Dominguez, assessor de Bruno Reis e Paulo Câmara, deputado estadual que buscou um afastamento do rótulo de “bolsonarista” na última eleição de 2022.
Na prática, a insatisfação se dá por conta do cálculo eleitoral que ficará muito mais "estreito" para a ala mais alinhada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o que destoaria do alinhamento ideológico do partido, que poderia virar uma legenda de centro.
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