Política

ALBA: Com Júnior Muniz irredutível, eleição da 1ª vice-presidência é adiada pela terceira semana

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A votação para o novo primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia foi adiada novamente, com nova data marcada para terça-feira.  |   Bnews - Divulgação Anderson Ramos / BNews
Anderson Ramos e Henrique Brinco

por Anderson Ramos e Henrique Brinco

redacao@bnews.com.br

Publicado em 01/04/2025, às 15h31 - Atualizado às 15h55



A votação que elegerá o novo primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) foi adiada pela terceira semana consecutiva. A expectativa é que aconteça na próxima terça-feira (8), diante da decisão do deputado estadual Júnior Muniz (PT) de não se retirar do pleito. 

O líder de governo, Rosemberg Pinto (PT), revelou que uma reunião que reforçou o nome de Fátima Nunes para a vaga. "Eu acho que ninguém, na minha opinião, deva estar conversando com ninguém. Não sou eu que tenho que conversar com a Fátima ou com o Júnior Muniz", declarou.

"O Partido dos Trabalhadores se reuniu e decidiu que o nome indicado é o nome do da deputada Fátima Nunes. Então, Júnior conhece o regramento interno do partido e conhece o regramento da bancada aqui na Casa Legislativa. Se ele quiser se insurgir a essa posição, pelo regimento da Casa, ele pode colocar o nome dele", emendou Rosemberg.

Foto: Anderson Ramos / BNews

Rosemberg também contou que o PT já notificou à Mesa Diretora da Casa sobre a indicação de Fátima Nunes. "A reunião do Colégio de Líderes já validou o nome que será indicado pelo Partido dos Trabalhadores e todos os líderes vão orientar suas bancadas nesse sentido. Porque quando nós votamos aqui, no dia 3 de fevereiro, eu orientei a bancada da maioria a votar em todos os nomes que foram indicados pelas bancadas ou pelos partidos. Ou seja, o PT votou de forma unânime nos candidatos indicados pela União Brasil, pelo PSDB, PSD, PMDB, PDT... Então, não faz nenhum sentido alterar essa posição", ressaltou.

O líder petista também disse não acreditar em bate-chapa entre os dois. "Eu não trabalho com essa hipótese não, mas é um direito do deputado Júnior, se ele quiser colocar, ele vai cumprir uma orientação do seu partido e, obviamente, nós iremos trabalhar para eleger o que está pactuado com todos os partidos", avaliou.

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