Política

Alckmin comemora queda do desemprego no país: "Prova do compromisso do governo com o progresso do Brasil"

Ricardo Stuckert / Divulgação
Geraldo Alckmin também destacou o número de empregos formais criados em junho  |   Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert / Divulgação
Lucas Pacheco

por Lucas Pacheco

lucas.pacheco@bnews.com.br

Publicado em 01/08/2024, às 10h39



O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, comemorou, nas redes sociais, a queda na taxa de desemprego no Brasil, que, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), atingiu  6,9% no trimestre encerrado em junho. 

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"Brasil acaba de alcançar a menor taxa de desemprego para um mês de junho de toda a série da PNAD Contínua, que teve início em 2012. Como se não bastasse, a população empregada bateu novo recorde: 101,8 milhões de brasileiros ocupados. Este marco histórico é uma prova do compromisso do governo do Presidente @LulaOficial com o progresso e com a prosperidade do Brasil. Vamos continuar trabalhando juntos para um futuro ainda melhor!"

Confira:

Ainda segundo o vice-presidente, foram criados 201,7 mil empregos formais em junho.

"O Brasil está acertando o alvo em cheio: criamos 201,7 mil empregos formais em junho, bem acima da expectativa do mercado (165 mil), uma alta de 29,6% na comparação com o mesmo mês de 2023. Desde o início do governo Lula já são mais de 2 milhões e 700 mil empregos formais criados no país, resultado direto de um governo que trabalha ativamente na busca do pleno emprego. Vamos em frente, Presidente @LulaOficial."

Veja:

Queda no desemprego

A taxa de desemprego no Brasil foi de 6,9% no trimestre encerrado em junho, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quarta-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em comparação ao trimestre anterior, encerrado em março, houve queda de 1 ponto percentual (p.p.) na taxa de desocupação, que era de 7,9%. No mesmo trimestre de 2023, a taxa era de 8%.

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