Política
por Daniel Serrano
Publicado em 22/02/2026, às 12h16 - Atualizado às 12h16
O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, garantiu que a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em impor tarifas globais de importação de 10% para 15% não deve prejudicar as empresas brasileiras. As declarações foram dadas em Aparecida do Norte (SP), onde participa da Missa de Lançamento Celebrativo da Campanha da Fraternidade de 2026.
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De acordo com Alckmin, a medida foi aplicada de forma igual a todos os países, o que evita desvantagens comerciais ao Brasil.
"Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas, aeronaves. Foi positivo. Acho que tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula agora em março aos EUA para a gente conseguir abordar, ainda, questões não tarifárias", disse Alckmin.
"É justa [a medida] porque a tarifa média dos produtos americanos de entrada no Brasil é 2,7% e os Estados Unidos tem déficit com o mundo inteiro, praticamente e tem superávit com o Brasil, tanto na balança de serviços quanto na balança de bens. Então mesmo com a alíquota de 15%, como ela é igual para todo mundo nós não perdemos competitividade", acrescentou.
Antes, o Brasil sofreu com uma tarifa de 50% em alguns produtos. Alckmin acredita que a padronização em 15% é justa, já que os EUA possuem superávit comercial com o Brasil.
O aumento tarifário foi anunciado por Trump no sábado (21), após a Suprema Corte dos EUA derrubar o tarifaço imposto no ano passado. O presidente norte-americano defendeu que a elevação é legal e está amparada pelos instrumentos jurídicos do país.
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