Política

Alcolumbre é visto por bolsonaristas como obstáculo para instalação da CPI do INSS

Geraldo Magela / Agência Senado
Davi Alcolumbre, próximo ao governo Lula, tem controle sobre a agenda do Congresso, dificultando a instalação da CPI.  |   Bnews - Divulgação Geraldo Magela / Agência Senado

Publicado em 10/05/2025, às 11h51 - Atualizado às 11h51   Cadastrado por Daniel Serrano



Parlamentares do PL que tentam instalar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) admitem que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), tem uma “arma” para segurar a comissão. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do site Metrópoles.

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Para que uma CPI seja instalada, são necessárias assinaturas de ao menos 171 deputados e 27 senadores. No entanto, os parlamentares podem retirar as assinaturas até que o pedido da comissão seja lido em uma sessão do Congresso.

Bolsonaristas lembram que as sessões do Congresso são marcadas por Alcolumbre, que ainda não marcou sessão deliberativa.

Para evitar que governo repita estratégia do projeto da anistia e pressione pela retirada de assinaturas, o PL deve manter em sigilo os nomes dos deputados e senadores que já assinaram o pedido de CPI do INSS.

Atualmente, Alcolumbre é próximo ao governo Lula. Por isso, bolsonaristas tem focado a pressão por uma CPI do INSS apenas na Câmara. No entanto, o líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ), enfrenta dificuldades na própria bancada da sigla.

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