Política
Publicado em 29/03/2025, às 12h58 - Atualizado às 12h58 Cadastrado por Daniel Serrano
O governo Lula e as Forças Armadas devem ignorar o aniversário do golpe militar de 1964, que acontece no próximo dia 31 de março. A orientação é tratar a data como um outro dia qualquer. A informação é do jornal Estado de São Paulo.
De acordo com a publicação, a decisão vem sendo criticada por aliados do presidente Lula (PT), que classificam o silêncio como "constrangedor", em especial após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se tornar réu por tentativa de golpe.
A Ordem do dia em referência ao dia 31 de março, feita pelas Forças Armadas, deixou de existir nos primeiros anos da década de 2010 e só foi retomado em 2019, primeiro ano do governo Bolsonaro.
Desde o início do atual governo, marcado pelos atos golpistas de 8 de janeiro, Lula tem evitado fazer qualquer menção à data, para amenizar os ânimos entre o Planalto e os militares. A decisão é defendida especialmente pelo ministro da Defesa, José Múcio, que se tornou a principal voz em defesa da instituição dentro do governo.
O silêncio sobre a data que marca o início da Ditadura Militar é visto como constrangedor por alguns petistas, que defendem o resgate da memória e do que ocorreu ao longo desse período.
Em resposta, integrantes do PT participarão de dois atos públicos em repúdio ao golpe de 1964: uma manifestação na avenida Paulista, no domingo, e um encontro na PUC-SP organizado pelo Grupo Prerrogativas na segunda-feira.
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