Política
Publicado em 25/04/2025, às 11h22 - Atualizado às 11h23 Yuri Pastori
A decisão da Câmara dos Deputados de declarar a perda do mandato de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco, sem a perda dos direitos políticos, foi criticada pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã da edil. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), assinou a medida, na noite da última quinta-feira (24).
“Apesar de ser um passo importante para justiça e para a democracia brasileira, nos preocupou muito que as motivações por trás dessa cassação sejam apenas justificadas por faltas e não pela acusação de um possível envolvimento em um assassinato tão vil, tão cruel como que foi o da Marielle e do Anderson.A manutenção dos direitos políticos de quem mandou matar Marielle é um desrespeito com a sociedade e está exposto assim, na nossa cara””, disse a ministra.
O parlamentar foi cassado pelo número de faltas, já que foi preso e não se afastou do cargo. Ele perdeu o mandato, mas não foi alvo do processo de cassação que tramitava na Casa, o que poderia cassar os seus direitos políticos.
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