Política

Apesar das turbulências, Jerônimo elogia articulação de Lula com o Congresso Nacional

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“Lula tem demonstrado como é que se monta um arranjo político", diz governador  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNEWS
Rebeca Santos e Anderson Ramos

por Rebeca Santos e Anderson Ramos

Publicado em 11/12/2025, às 12h47



O governador Jerônimo Rodrigues (PT) comentou sobre a turbulência na relação entre o Palácio do Planalto com o Congresso Nacional nas últimas semanas. Em conversa com a imprensa na manhã desta quinta-feira (11), no Encontro Nacional de Cooperativas, o governador elogiou a capacidade de articulação do presidente Lula (PT).

“Lula tem demonstrado como é que se monta um arranjo político de relacionamento institucional. O Congresso Nacional, nesses últimos períodos, tem tido o comportamento que eu sei que é de grupo, é individual, não é daquela Casa. São grupos partidários puxando para um ambiente que não revela a força que a política brasileira tem. A volta do Lula demonstra isso. Dialogar com todos, ouvir a todos e demonstrar que nós temos temas que são nacionais, não é de um grupo, não é de um estado”, avaliou o governador. 

“Lula tem demonstrado a capacidade que ele tem de dialogar com a Câmara, com o Senado e conosco, governadores dos estados, uma uma agenda positiva do Brasil. Ele que tem dialogado tanto com as forças políticas diversas. Não é um governo de ódio, não é um governo de intransigência, nem um governo de esquecimento de pautas importantes, mas eu prefiro utilizar a imagem do que o Lula vem fazendo com a política brasileira”, complementou o petista. 

A relação do governo Lula está abalada tanto com a Câmara dos Deputados quanto com o Senado. Na Câmara, onde tem minoria, o governo viu o plenário aprovar um texto modificado do PL Antifacção, o que gerou muitas críticas de governistas e criou desgaste com a Casa.

Já no Senado, a parceria com o presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) ficou estremecida depois da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Alcolumbre tinha como preferido o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e alega que não foi avisado da decisão do presidente Lula por Messias.

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