Política

Após associar Banco Master ao PT, líder do PL é questionado sobre dinheiro encontrado em sacos de lixo: "Já gastou?"

Carlos Moura/Agência Senado/ Kayo Magalhães / Câmara dos deputados
Deputado Sóstenes Cavalcante usou o X para criticar o PT-BA  |   Bnews - Divulgação Carlos Moura/Agência Senado/ Kayo Magalhães / Câmara dos deputados
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 18/06/2026, às 19h35



O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, foi rechaçado por internautas após tecer críticas ao Partido dos Trabalhadores da Bahia (PT) e ao senador Jaques Wagner (PT), alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (18).

No X, Sóstenes afirma que as irregularidades do Banco Master, de Daniel Vorcaro, foram iniciadas através do PT da Bahia. O apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirma ainda que a legenda usa “sempre a mesma tática [de] tentar enlamear os outros com própria”. 

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“E não é coincidência: o Banco Master nasceu do Credcesta, que veio do Cesta do Povo, o estatal privatizado pelo próprio Wagner na Bahia. O berço da fraude bilionária tem endereço petista. Vorcaro começou tudo com o PT da Bahia, e todo mundo sabe disso. [...] Onde tem PT, tem corrupção com dinheiro público”, declarou. 

Diante do posicionamento de Sóstenes sobre o caso, usuários cobraram ao bolsonarista esclarecimentos sobre os quase R$ 500 mil encontrados em sacos de lixo na casa do deputado federal. O montante foi encontrado pela Polícia Federal em dezembro de 2025. 

“Não venha com falsa equivalência. Que Jaques Wagner seja investigado!  Nós não somos uma massa acrítica e amoral como vcs! Já vc, ainda não explicou a fortuna encontrada no lixo da sua casa! Deixa de ser escroto, seu imundo!”, cravou um internauta. 

“E os 470 mil em dinheiro vivo encontrados em sua casa, Sóstenes? Alguma explicação?”, perguntou outro. 

Ainda em dezembro, em entrevista à jornalistas, Sóstenes afirmou que o dinheiro  têm origem na venda de um imóvel situado em Minas Gerais. O parlamentar informou que a quantia não foi depositada em um banco em razão da "correria de trabalho" e que isso foi um "lapso". 

"Eu vendi um imóvel e recebi, dinheiro lacrado, tudo normal. É uma venda de um imóvel que estará, já está o imóvel declarado no meu Imposto de Renda, tudo, não tem nada de ilegalidade quanto a isso", explicou Sóstenes. 

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