Política

TSE dá 48 horas para Meta explicar se reduziu alcance de Lula nas redes sociais

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Dona do Facebook, WhatsApp e Instagram nega irregularidades  |   Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert / Divulgação - Reprodução Redes Sociais
Redação

por Redação

redacao@bnews.com.br

Publicado em 10/10/2026, às 21h46 - Atualizado às 22h00



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (10) deu o prazo de 48 horas para que a Meta informe se reduziu o alcance das publicações do presidente Lula (PT) durante a campanha eleitoral de segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL).

A campanha do presidente denunciou em um comunicado episódios em que, supostamente, as plataformas do grupo, como Facebook, WhatsApp e Instagram, limitaram a difusão de seus conteúdos.

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Na ação, a coligação petista sustenta que as redes sociais podem estar submetendo as publicações a uma “seletividade algorítmica”, com possíveis diferenças na entrega dos conteúdos conforme os interesses da empresa.

A representação também aponta uma suposta omissão da Meta, diante da permanência de 255 perfis considerados inautênticos, que seriam administrados por IA.

Em mensagem enviada à AFP, o escritório da Meta no Brasil declarou que cumpre as regras eleitorais e que "as alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos".

Lula tem denunciado supostas tentativas de ingerência eleitoral por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para favorecer Flávio Bolsonaro.

O governo do presidente, que intensificou sua campanha nas redes sociais para o segundo turno, avalia se as grandes empresas de tecnologia podem estar sendo utilizadas para esse propósito.

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